Colaboração de nossa cliente Ana Moura

Île Saint-Louis, Paris
A ilha mais linda do planeta não tem praia, não tem coqueiro, não tem montanha nem atrativo natural de nenhuma espécie. Até pouco tempo atrás (coisa de uns 200 anos) ela não passava de um pântano e era conhecida como Ilha das Vacas.
Foi então que a nobreza da época resolveu encher a ilha de predinhos, todos bonitos mas nenhum particularmente memorável, que hoje abrigam, ao rés-do-chão (é como os franceses e os lusitanos chamam o andar térreo), lojas interessantes mas nenhuma assim terrivelmente famosa, restaurantes simpáticos mas em sua maioria desconhecidos, e hotéis bacaninhas mas nenhum de primeiríssima categoria.
O que faz da île Saint-Louis um lugar especial é que, em primeiro lugar, trata-se de uma ilha cercada de Paris por todos os lados. Com suas ruelinhas, predinhos, restaurantezinhos, lojinhas e hoteizinhos, a île Saint-Louis é assim um bibelozinho de Paris. Só não se pode dizer que é uma miniatura de Paris porque lhe falta algum monumento — um monumentozinho que fosse. Mas não seja por isso: os cafés do quai d’Orléans oferecem belíssimas vistas da catedral de Notre-Dame.
Sem estação própria de metrô nem lugar para estacionamento de ônibus, a île Saint-Louis conseguiu se manter a salvo do turismo predatório. Aliás, a única evidência de que se trata de um lugar turístico é o fato de você ouvir italiano e holandês e alemão e espanhol na rua o tempo todo.
Eles são finos a ponto de manter um açouguezinho, uma merceariazinha e um supermercadinho na rua principal, só para a gente acreditar que a île Saint-Louis é de verdade, e não cenário. Passar por duas senhoras que se cumprimentaram efusivamente dos dois lados da calçada — “bonjour, madame!!!” — como se fossem vizinhas! Só podem ser figurantes. Pensam que vão me enganar, é?
O footing acontece na rue Saint-Louis-en-l’île, que corta a ilha longitudinalmente, feito uma banana para fazer banana split. É aqui que ficam os hotéis, as lojinhas, e o único restaurante metido da ilha, o l’Orangerie.
E se passear na île Saint-Louis já é bárbaro, se hospedar aqui é o maior presente que um viajante a Paris pode se dar.
A 10 minutos a pé do bairro mais interessante da Rive Droite, o Marais, e a 20 do pedaço mais bacana da Rive Gauche, Saint-Germain-des-Prés, a île Saint-Louis é o centro geográfico perfeito para você se dedicar ao mais parisiense dos passatempos — flâner, verbo que a língua portuguesa teve a elegância de incorporar como “flanar”.
Você só precisa entrar no metrô para peruar em bairros com dois dígitos no arrondissement. Táxi, então, só na hora de voltar para o aeroporto.
Quel dommage. Porque só existe uma coisa pior do que deixar Paris: deixar a île Saint-Louis.
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Greenwich Village
Neighborhood: Greenwich Village
(212) 255-6752

When I lived in Greenwich Village I enjoyed your Spaghetti Puttanesca with clams on a weekly basis. Now that I live a little over 100 blocks away I am considerably thinner, but still travel to treat friends and family with a solid Italian dinner. This week, however, I should have known better as it was tourist heaven with the bus letting out literally in front and them streaming in en masse. I take comfort in being in the back of their photos giving not so subtle side eye. But I digress...
The outside seating in the summer and fall is absolutely a savior by being dog friendly and it is a great place to sit and people watch. It makes having to carry a wad of cash for the check a little less annoying.
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